A aliança com Deus é feita nos moldes de um casamento, no qual h
á compromissos de ambas as partes, ou seja, cada um tem as suas próprias responsabilidades, que, unidas pelos laços do verdadeiro amor, conduzem à unidade indivisível de pensamentos e à coordenação de atitudes.
E ainda que os sacrifícios sejam demasiadamente grandes, a força da aliança leva o casal a pensar nos objetivos comuns, que são muito mais importantes.
O símbolo do casamento, o anel de ouro, chamado de aliança, não possui início nem fim, significando que a união do casal é eterna. No ato do casamento o homem entrega a sua vida à mulher e vice-versa.
O mesmo acontece entre Deus e o homem. Quando existe aliança, tudo que é d’Ele passa a ser nosso. Estamos unidos através do sangue do Senhor Jesus.
Se Deus teve de vir a este mundo, em forma humana, para salvá-lo, é fácil concluirmos que a construção da nova Terra, da qual nos fala o apóstolo João, no capítulo 21 do Apocalipse, tem o seu início aqui, a partir da aliança entre o Criador e a criatura.
As Sagradas Escrituras afirmam: “No princípio, criou Deus os céus e a terra.” (Gênesis 1.1). E como tudo o que Ele cria tem a Sua parcela de perfeição, tanto os céus quanto a Terra eram perfeitos.
Todavia, depois dessa criação primorosa de Deus, veio-Lhe em seguida o grande desgosto, porque houve nos Céus uma revolta por parte de Lúcifer, arrastando com ele anjos, arcanjos, querubins e serafins que Deus havia criado.
A Palavra de Deus registra como foi esta rebelião em Ezequiel 28.11-19, onde o rei de Tiro é uma figura de Lúcifer (cujo nome significa “cheio de luz”, quando foi criado). Leia o texto bíblico com atenção. Por causa desta rebelião no Céu, Deus foi obrigado a expurgar o líder dela, tanto quanto todos os seus seguidores.
Foi quando o Céu voltou a ser como era antes: perfeito. A Terra, no entanto, é que teve de sofrer com a presença dos rebeldes, e aconteceu justamente o que está escrito no segundo versículo da Bíblia: “A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas.” (Gênesis 1.2).
A partir de uma Terra sem forma e vazia, Deus planejou construir o Seu Reino, com a ajuda da Sua criatura. Tentou isto fazendo aliança com o primeiro homem, Adão, mas este falhou. Tentou com outros homens, porém falharam também.
Finalmente Deus enviou o Seu próprio Filho para o sacrifício, a fim de que todo aquele que tomasse este ato como definitivo, bem como aceitasse a Sua Palavra, fazendo da mesma uma norma de vida, estaria automaticamente em aliança perpétua com Deus para a construção do Seu Reino na Terra.
Retirado do livro “Estudos Bíblicos”, do bispo Macedo
E ainda que os sacrifícios sejam demasiadamente grandes, a força da aliança leva o casal a pensar nos objetivos comuns, que são muito mais importantes.
O símbolo do casamento, o anel de ouro, chamado de aliança, não possui início nem fim, significando que a união do casal é eterna. No ato do casamento o homem entrega a sua vida à mulher e vice-versa.
O mesmo acontece entre Deus e o homem. Quando existe aliança, tudo que é d’Ele passa a ser nosso. Estamos unidos através do sangue do Senhor Jesus.
Se Deus teve de vir a este mundo, em forma humana, para salvá-lo, é fácil concluirmos que a construção da nova Terra, da qual nos fala o apóstolo João, no capítulo 21 do Apocalipse, tem o seu início aqui, a partir da aliança entre o Criador e a criatura.
As Sagradas Escrituras afirmam: “No princípio, criou Deus os céus e a terra.” (Gênesis 1.1). E como tudo o que Ele cria tem a Sua parcela de perfeição, tanto os céus quanto a Terra eram perfeitos.
Todavia, depois dessa criação primorosa de Deus, veio-Lhe em seguida o grande desgosto, porque houve nos Céus uma revolta por parte de Lúcifer, arrastando com ele anjos, arcanjos, querubins e serafins que Deus havia criado.
A Palavra de Deus registra como foi esta rebelião em Ezequiel 28.11-19, onde o rei de Tiro é uma figura de Lúcifer (cujo nome significa “cheio de luz”, quando foi criado). Leia o texto bíblico com atenção. Por causa desta rebelião no Céu, Deus foi obrigado a expurgar o líder dela, tanto quanto todos os seus seguidores.
Foi quando o Céu voltou a ser como era antes: perfeito. A Terra, no entanto, é que teve de sofrer com a presença dos rebeldes, e aconteceu justamente o que está escrito no segundo versículo da Bíblia: “A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas.” (Gênesis 1.2).
A partir de uma Terra sem forma e vazia, Deus planejou construir o Seu Reino, com a ajuda da Sua criatura. Tentou isto fazendo aliança com o primeiro homem, Adão, mas este falhou. Tentou com outros homens, porém falharam também.
Finalmente Deus enviou o Seu próprio Filho para o sacrifício, a fim de que todo aquele que tomasse este ato como definitivo, bem como aceitasse a Sua Palavra, fazendo da mesma uma norma de vida, estaria automaticamente em aliança perpétua com Deus para a construção do Seu Reino na Terra.
Retirado do livro “Estudos Bíblicos”, do bispo Macedo
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